Exame federal suíço de Medicina: o que é cobrado

Sumário
Duas provas. Sete faculdades. Um blueprint nacional. A Eidgenössische Prüfung Humanmedizin (exame federal suíço de Medicina humana) combina uma prova escrita de conhecimento clínico (Clinical Knowledge, CK) e uma prova prática estruturada (Clinical Skills, CS) no formato OSCE. Em 2026 o desenho documentado pelo BAG e pela MEBEKO mantém 240 questões de múltipla escolha em duas partes de 120 itens e um percurso de onze estações com pessoas simuladas.
O NEXO é um jogo diário de diagnóstico médico: um caso clínico por dia, seis pistas progressivas e feedback por proximidade na CID-10 em cinco níveis.
Este texto explica o que o exame federal exige, como CK e CS cobram raciocínio clínico de formas diferentes, o papel do catálogo PROFILES e como treinar sem tratar a Suíça como "mais um MCQ europeu". Quem já leu a série sobre M2 Staatsexamen, ECOS francesas, AMC Clinical ou Revalida segunda etapa vai reconhecer peças; a regra suíça é própria: passar as duas provas unitárias, sem compensar CK com CS.
Principais pontos
- A prova federal é coordenada nacionalmente e aplicada de forma uniforme nas sete faculdades (Basel, Bern, Freiburg, Genf, Lausanne, Lugano, Zürich), no mesmo conteúdo e no mesmo momento (Informationen 2026; Vorgaben MEBEKO 2026).
- CK: duas partes de 120 MCQ (3 h 15 min cada), total 240; tipos A, Kprim e Long Menu; sequências de itens; tablets no local (Informationen).
- CS: OSCE com 11 estações e pelo menos uma pausa; em pelo menos dez estações há pessoa simulada (SP); exemplo de estação com 13 minutos (Vorgaben; Informationen).
- O blueprint apoia-se no catálogo de objetivos PROFILES. Aprova-se a prova federal só se CK e CS forem ambas aprovadas; não há compensação entre elas. A unidade reprovada pode ser repetida (limites no documento oficial).
- Idiomas: CK em alemão, francês ou italiano; CS em geral na língua do local (com regras de Friburgo e Lugano). Confirme o ciclo no BAG.
O que é a prova federal suíça
A Eidgenössische Prüfung Humanmedizin verifica se a candidata ou o candidato dispõe dos conhecimentos, habilidades, comportamentos e competência social necessários ao exercício da profissão médica correspondente e se reúne os pressupostos para a formação continuada (Informationen 2026). Não é concurso de residência estrangeira: é o exame federal suíço de habilitação no marco da MedBG e da Prüfungsverordnung.
Duas provas unitárias
- CK (Clinical Knowledge): prova escrita interdisciplinar em múltipla escolha.
- CS (Clinical Skills): prova prática estruturada no modelo OSCE.
A prova federal está aprovada somente quando as duas estão aprovadas. Não se compensam pontuações entre CK e CS. Em caso de reprovação, repete-se a unidade não aprovada, dentro dos limites de tentativa do documento oficial (Informationen).
Onde se encaixa na pirâmide de Miller
CK está no degrau "saber como": aplicação em casos escritos. CS sobe para "mostrar como": desempenho observado com pessoa simulada, anamnese, exame e manejo (Miller, 1990). É a mesma família do M2 alemão no eixo escrito e das ECOS / AMC Clinical no eixo prático, com regra suíça de aprovação conjunta.
Quem faz o quê
As faculdades elaboram itens e estações; um review board nacional revisa conteúdo, nível e relevância; a Prüfungskommission Humanmedizin fixa limites de aprovação; o IML e a MEBEKO (Ressort Ausbildung) entram na coordenação e nas Vorgaben anuais publicadas no BAG. O candidato lê o PDF do ano, não o resumo de turma do ano anterior.
CK: 240 itens e tipos de questão
Envelope
Duas partes de 120 questões, cada uma com 3 horas e 15 minutos, em tablets fornecidos no local. O total relevante para a aprovação é o desempenho no conjunto das partes; detalhes de pontuação e Kprim (por exemplo, três subitens corretos valendo meio ponto) estão nas Vorgaben (Vorgaben MEBEKO 2026).
Tipos que mudam o raciocínio
O material oficial exemplifica:
- Tipo A (Einfachwahl): uma melhor resposta entre alternativas (diagnóstico mais provável, próximo passo).
- Tipo Kprim: quatro afirmações verdadeiro/falso; a chave é o padrão (+-+- etc.), não "uma letra só".
- Long Menu: resposta escolhida em lista longa pesquisável, não em quatro opções visíveis.
- Sequências: dois ou mais itens sobre o mesmo caso (por exemplo, causa mais provável e tratamento adequado).
Cada tipo pune um erro diferente. No Tipo A, o distractor clássico. No Kprim, marcar "tudo verdadeiro" por pressa. No Long Menu, digitar o termo errado ou escolher o quase sinônimo. Na sequência, acertar o primeiro e errar o manejo, ou o contrário.
Pontuação e limite (visão de candidato)
A comissão fixa o limite de aprovação da CK com calibração de dificuldade. O candidato não controla a nota de corte; controla a amostragem do próprio estudo. Kprim com pontuação parcial (três subitens corretos valendo meio ponto, conforme as Vorgaben) muda a estratégia: chutar o padrão inteiro sem ler cada linha é caro. Long Menu muda outra: a lista longa reduz o chute por reconhecimento visual das quatro letras.
Datas das partes CK no ciclo 2026 aparecem nas Vorgaben (exemplo documentado: partes em agosto). Confirme sempre o PDF do seu ano; calendário muda.
Relação com outras provas escritas da série
Quem já treinou para o M2 Staatsexamen reconhece o MCQ clínico longo. A Suíça acrescenta Kprim e Long Menu de forma explícita nos exemplos oficiais. Quem veio do ENARM ou do MIR precisa acrescentar esses formatos ao simulacro, não só "mais do mesmo Tipo A".
Exemplo de lógica (não é item de treino oficial para decorar)
Os PDFs do BAG mostram vinhetas de tireoidite subaguda, otite com indicação cirúrgica, síndrome compartimental pós-fratura e pneumonia adquirida na comunidade em Long Menu. O gesto comum é: dados discordantes + melhor rótulo ou melhor ação. Treinar copiando o exemplo palavra por palavra ajuda pouco; treinar o gesto ajuda muito.

CS: OSCE de onze estações
Estrutura
Percurso com 11 estações e pelo menos uma estação de pausa. Em pelo menos dez estações com tarefa, uma pessoa simulada (SP) treinada faz o papel de paciente. Podem entrar fantomas, modelos, cartões, foto, vídeo ou áudio quando o achado não é simulável. Exames íntimos e reflexos corneano/náusea não são executados no SP: o candidato verbaliza a intenção ao examinador quando a tarefa exigir (Informationen; Vorgaben).
Tempo e tarefa típica
O exemplo oficial de estação em consultório de clínica geral dura 13 minutos: anamnese orientada ao problema, exame clínico orientado, investigação adicional e discussão do manejo com a paciente. A avaliação cobre informação anamnésica relevante, exame correto, manejo e comunicação (emoções, estrutura, expressão verbal e não verbal).
O que o examinador faz
Em regra observa e pontua. Achados não simuláveis podem ser apresentados por cartão, imagem ou áudio. Em algumas estações há resultados de exames liberados durante a consulta. Higiene e conforto do SP fazem parte do comportamento esperado. O BAG publica também vídeo para candidatos e regras de higiene atualizadas na mesma página do exame: veja antes do dia da CS.
Set de estações e equidade
O mesmo conjunto de 11 estações roda nos locais no mesmo dia; o conjunto muda de um dia de prova para outro. A ideia é equidade entre locais e controle de dificuldade entre dias, com procedimentos de limite descritos nas Vorgaben. Para o candidato, a implicação é simples: não adianta decorar "a estação de ontem" do colega de outro dia; adianta o método (anamnese orientada, exame dirigido, plano falado, comunicação).
O que a CS não é
Não é prova de procedimento invasivo real. Não é teatro livre sem checklist. Não é exame íntimo em SP. É amostragem de consulta e de tarefas clínicas sob observação, com higiene e respeito explícitos. Quem treina só "discurso elegante" sem exame dirigido falha no mesmo lugar de quem treina só manobra sem falar com o paciente.
Ligação com outras OSCEs da série NEXO
Compare o tempo e o papel do SP com as ECOS francesas, o AMC Clinical e a segunda etapa do Revalida. O gesto de "mostrar como" se parece; o blueprint PROFILES, o número de estações e a regra de aprovação conjunta com CK são suíços.
Aprovação da CS
Limite definido pela comissão, com procedimento borderline descrito nas Vorgaben. Todas as estações têm o mesmo peso no desenho geral; critérios dentro da estação podem pesar diferente. Comunicação com SP usa escala comum nas estações com SP.
PROFILES e o blueprint
O catálogo de objetivos de aprendizagem PROFILES (Principal Relevant Objectives and Framework for Integrative Learning and Education in Switzerland) fundamenta o conteúdo da prova federal no marco da Prüfungsverordnung MedBG. O blueprint geral apoia-se em PROFILES, com dimensões principais e secundárias e amostragem nas categorias do catálogo (Vorgaben; PROFILES).
Para o raciocínio clínico, isso importa porque a prova não é "só clínica médica de hospital terciário": amostra situações, competências e contextos alinhados ao perfil do médico generalista suíço em formação. Estudar só por especialidade de residência estrangeira sem olhar PROFILES desalinha o treino.
PROFILES organiza objetivos em eixos que incluem papéis profissionais e situações clínicas, não só listas de doenças. Na preparação, isso vira pergunta de estudo: "em que situação PROFILES este caso se encaixa?" e "qual competência estou mostrando na estação?". Sem essa âncora, o treino vira acumulação de tips de fórum. Com ela, CK e CS passam a amostrar o mesmo perfil por métodos diferentes, o que explica de novo a regra de aprovar as duas unidades.
Idiomas e locais
CK pode ser feita em alemão, francês ou italiano. CS segue em geral a língua do local: Bern, Basel e Zürich em alemão; Genebra e Lausanne em francês; Lugano em italiano ou alemão; Friburgo em alemão ou francês, conforme as regras de inscrição do ciclo (Vorgaben). Treinar vocabulário clínico na língua da prova é parte do raciocínio: a stem só ajuda quem a lê com precisão.
Como o raciocínio clínico aparece
No CK
- Seleção da hipótese: Tipo A e Long Menu pedem o rótulo mais provável ou a ação mais adequada.
- Julgamento de afirmações: Kprim exige avaliar cada linha; um erro de sinal derruba o padrão.
- Encadeamento: sequências cobram causa e manejo no mesmo caso, o mesmo músculo de "não abandonar o fio".
- Integração de achado: imagem ou dado laboratorial na stem obriga a reconciliar discordâncias (ex.: saturação boa com inflamação alta).
No CS
- Anamnese orientada: não é checklist infinito; é informação que muda exame e plano.
- Exame orientado: manusear com higiene e respeito ao SP; verbalizar o que não se executa.
- Manejo compartilhado: explicar suspeita e próximo passo em linguagem clara.
- Comunicação pontuada: escala explícita; empatia e estrutura não são "extra".
Tabela-resumo
| Peça | CK 2026 | CS 2026 |
|---|---|---|
| Formato | 2×120 MCQ (3 h 15 cada) | OSCE 11 estações (+ pausa) |
| Tipos / tarefa | A, Kprim, Long Menu, sequências | Anamnese, exame, manejo com SP |
| Suporte | Tablets | SP ≥10 estações; fantomas/mídia |
| Aprovação | Limite nacional da comissão | Limite nacional; borderline |
| Relação entre provas | Sem compensação com CS | Sem compensação com CK |
| Base de conteúdo | Blueprint / PROFILES | Blueprint / PROFILES |

O que os estudos dizem
OSCE e MCQ amostram competências diferentes. Harden e colegas descreveram o OSCE como forma de amostrar habilidades clínicas de modo estruturado (Harden et al., 1975). Miller separou saber, saber como, mostrar como e fazer (Miller, 1990). Van der Vleuten e Schuwirth defendem combinação de métodos e amostragem ampla (van der Vleuten e Schuwirth, 2005). Key features explicam por que a decisão no nó do caso discrimina melhor que a pergunta enciclopédica (Page e Bordage, 1995; Bordage e Page, 2018).
A leitura prática para a Suíça: CK sem CS (ou o contrário) deixa um degrau de Miller sem evidência. Por isso a regra de aprovação conjunta não é burocracia vazia: é coerência com o que a prova diz medir.
Como treinar para CK e CS
Para CK
- Pratique Tipo A com stem completa e eliminação ativa de distractores.
- Pratique Kprim linha a linha; resista ao "tudo verdadeiro".
- Pratique Long Menu digitando termos e lidando com quase sinônimos.
- Faça sequências: feche o fio do caso até o manejo.
- Simule blocos longos (três horas) na língua da prova.
Para CS
- Ensaios com SP ou colega com relógio de 13 minutos.
- Anamnese orientada: três hipóteses, exame dirigido, plano falado.
- Rotina de higiene e conforto do SP desde o primeiro ensaio.
- Verbalize exames íntimos / reflexos proibidos quando a tarefa pedir.
- Grave a comunicação: estrutura, empatia, linguagem sem jargão desnecessário.
Checklist de preparação
- [ ] Li Informationen e Vorgaben do ano no BAG
- [ ] Sei que preciso aprovar CK e CS sem compensação
- [ ] Treinei A, Kprim, Long Menu e sequências
- [ ] Fiz ao menos um simulacro de parte CK (3 h 15)
- [ ] Ensaiiei estações de ~13 min com feedback de comunicação
- [ ] Confirmei língua e local da CS
- [ ] Revisei PROFILES nas categorias do blueprint
- [ ] Separei caderno de erros CK vs erros CS
Plano de quatro semanas (exemplo de método, não cronograma oficial)
Semana 1: mapear PROFILES e tipos CK; um bloco Tipo A + um bloco Kprim na língua da prova. Semana 2: Long Menu e sequências; primeiro ensaio CS de 13 minutos filmado. Semana 3: simulacro de uma parte CK (3 h 15); três estações CS em sequência com pausa. Semana 4: segundo simulacro CK; CS com foco em comunicação e higiene; revisão só dos erros classificados.
Ajuste ao seu calendário real. O ponto é separar unidades: quem só faz MCQ na última semana chega na CS sem automatismo de consulta.
Caderno de erros em duas páginas
Página CK: tipo de item (A / Kprim / Long Menu / sequência), dado decisivo perdido, distractor escolhido. Página CS: estação (anamnese / exame / plano / comunicação), tempo estourado, item de higiene esquecido. Misturar as duas páginas numa lista única por "tema de órgão" esconde se o problema é formato ou conteúdo.
Dia da CS: roteiro mental
Antes de entrar na estação: ler a tarefa até o fim, definir as duas ou três hipóteses mais prováveis, decidir o que precisa ser perguntado e o que precisa ser examinado. Nos primeiros minutos: apresentação, conforto do SP, higiene. No meio: anamnese e exame dirigidos, sem checklist infinito. Nos minutos finais: síntese em voz alta, próximo passo, o que o paciente deve observar, quando voltar. Se faltar tempo, verbalize o que faria em seguida; silêncio não pontua.
Esse roteiro não é protocolo oficial do BAG: é método de ensaio. O documento oficial descreve o que é avaliado; o candidato decide como treinar a amostra.
Depois da prova unitária
Se reprovar só CK ou só CS, o foco da segunda tentativa é a unidade perdida, não "refazer tudo por ansiedade". Relatório e regras de revisão constam das Vorgaben; use o feedback oficial quando disponível. Evite trocar de língua na segunda tentativa sem motivo: o custo cognitivo de mudar o idioma da stem ou da consulta é alto.
Erros frequentes
- Tratar Kprim como Tipo A de uma letra.
- Estudar só MCQ e chegar na CS sem ensaio cronometrado.
- Checklist de anamnese sem hipótese (perde tempo e pontos de manejo).
- Ignorar a escala de comunicação.
- Usar material de outro país sem conferir tipos Long Menu e Kprim.
Como o NEXO ajuda a treinar
No modo pesquisador, você explora hipóteses com mais calma; no closer, pratica fechar sob pressão; o curador e a área de criadores ajudam a revisar o que você já viu. Limites de uso estão em /economia. Não há afirmação de que o NEXO aumente nota na prova federal: o produto oferece prática deliberada de raciocínio sob caso.
Links úteis: /researcher, /closer, /curator, /creators. Para pistas e diferencial, veja diagnóstico diferencial com pistas e aprendizagem baseada em casos. No eixo prático europeu, compare também com as ECOS e o M2.

Depois de cada bloco de treino escrito, compare o que a stem pedia (diagnóstico, próximo passo, risco) com o que você respondeu primeiro. Se o erro foi de leitura, marque a stem; se foi de prioridade, marque a ordem das hipóteses; se foi de comunicação na estação, marque o momento em que o plano saiu vago. Esse registro curto evita repetir o mesmo tipo de falha na semana seguinte e deixa o ensaio CS e o caderno CK no mesmo método de revisão.
Perguntas frequentes
Preciso passar CK e CS no mesmo dia?
São provas unitárias com calendário próprio no ciclo; a aprovação da prova federal exige as duas. Confirme datas e locais no BAG do ano.
Posso compensar uma CK fraca com CS forte?
Não. O documento oficial afirma que não há compensação entre CK e CS.
Quantas estações tem a CS?
Onze estações no percurso, com pelo menos uma pausa; SP em pelo menos dez estações com tarefa.
O que é Kprim?
Formato de quatro decisões verdadeiro/falso sobre o mesmo enunciado; a correção olha o padrão de respostas, com regras de pontuação parcial nas Vorgaben.
Em que língua faço a prova?
CK: alemão, francês ou italiano. CS: em geral a língua do local, com exceções documentadas (Friburgo, Lugano). Escolha na inscrição. Na inscrição, confirme também prazos de desistência e regras de ausência: faltar sem justificativa válida tem consequências descritas nas Vorgaben do ciclo.
PROFILES é bibliografia de estudo?
É o catálogo de objetivos que sustenta o blueprint. Use-o para mapear competências; não substitui casos e estações cronometradas.
Como o NEXO entra na preparação?
Como prática de raciocínio sob pistas, complementar a CK e aos ensaios de CS. Sem promessa de nota.
Checklist final
- [ ] PDFs do BAG do meu ano lidos
- [ ] Clara a regra: aprovar CK e CS
- [ ] Tipos A, Kprim, Long Menu e sequências treinados
- [ ] Simulacro CK longo feito
- [ ] Estações CS ensaiadas com relógio
- [ ] Língua e local confirmados
- [ ] PROFILES consultado
- [ ] Erros separados por prova unitária
Jogue o caso do dia
Abra o caso do dia e treine juntar pistas antes de fechar. Depois volte ao MCQ suíço ou ao ensaio de estação com a mesma disciplina: dados decisivos, hipótese explícita, próximo passo falado.
Referências
- BAG / Prüfungskommission Humanmedizin. Informationen über die eidgenössische Prüfung Humanmedizin 2026. [bag.admin.ch](https://www.bag.admin.ch/de/eidgenoessische-pruefung-in-humanmedizin).
- MEBEKO Ressort Ausbildung. Vorgaben betreffend Inhalt, Form, Zeitpunkt sowie Aus- und Bewertung der eidgenössischen Prüfung in Humanmedizin (válidas para 2026). [bag.admin.ch](https://www.bag.admin.ch/de/eidgenoessische-pruefung-in-humanmedizin).
- Confederação Suíça. Prüfungsverordnung MedBG (SR 811.113.3). Base legal citada nas Vorgaben.
- PROFILES. Principal Relevant Objectives and Framework for Integrative Learning and Education in Switzerland. [profilesmed.ch](https://www.profilesmed.ch/).
- BAG. Página do exame federal em Medicina humana (materiais e atualizações). [bag.admin.ch](https://www.bag.admin.ch/de/eidgenoessische-pruefung-in-humanmedizin).
- Miller GE. The assessment of clinical skills/competence/performance. Acad Med. 1990. [PubMed](https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2400509/).
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